Mudança na produção através da mudança de métodos

 

Por Guilherme Kastner,
Engenheiro de Aplicações na SKA

 
 
Quando mencionei no post anterior sobre a mudança de cadeia no momento pós-crise, o objetivo principal estaria nesse post, onde eu mencionaria o que um planejamento estratégico poderia fornecer de oportunidades:
 
O que teremos que visualizar;
Qual o tempo de resposta que esperam de nossas empresas?
Como poderemos nos tornar menos dependentes de fontes externas?
 
A resposta poderia passar muito por manufatura aditiva, desde que pensada da maneira certa.
 
Tipo de equipamento
A primeira coisa é visualizar que a manufatura aditiva pode ter diversas aplicações e objetivos:
 
 
 
Uma vez que entendemos a realidade, esse post tem por objetivo trazer algumas das aplicações dos dois últimos objetivos para manufatura aditiva.
 
Produção por manufatura aditiva
Quando aprendemos os conceitos de planejamento de MRP, seja na prática ou em um curso superior, existem alguns termos que precisamos nos atentar:
 
Lote econômico;
Planejamento de estoque;
Estoque mínimo;
Estoque máximo;
Tempo de setup;
Tempo de produção.
 
O mais crítico normalmente é o lote econômico, uma vez que se calcula o mínimo de itens a serem fabricados para um determinado componente ou família. O problema é que, muitas vezes, poderemos criar um estoque com uma quantidade de peças que pode demorar semanas para saírem de estoque, criando outros problemas como a deterioração ou defasagem dos produtos estocados.
 
Dependendo do tipo de equipamento para suportar a manufatura aditiva, poderemos combinar diversos tipos de peças e imprimi-los conforme demanda, nas soluções da HP para produção. Chamamos isso de build de peças, o vídeo abaixo deve mostrar isso:
 
 
A flexibilização da inserção de diversos componentes mistos, de forma a atender à demanda pontual, é o que mais se aplica nesse tipo de processo fabril.
 
Projeto para manufatura aditiva
O projeto convencional conta com algumas regras com as quais aprendemos a conviver e precisamos respeitar, como:
 
Respeitar ângulos de extração;
Minimizar áreas internas;
Tipos de encaixes de componentes;
Componentes que são separados por conta das regras de fabricação.
 
A própria HP apresenta em seu site um exemplo de simplificação de componentes, onde uma montagem vira um componente, conforme imagem abaixo:
 
 
No processo tradicional de manufatura seriam necessários diversos processos e sequências de montagens, com ferramentas. Com a manufatura aditiva, passamos a contar com um único componente. Não é só a preocupação com o fornecimento que superamos com a mudança do processo fabril, mas também a diminuição da equipe no chão de fábrica, por conta dos distanciamentos impostos.
 
 
Na página da HP com o estudo, foram publicados dados financeiros dos custos fabris para o componente.
 
 
Conforme visto, uma mudança imposta por aplicação de manufatura aditiva com mudança de projeto de componente, trouxe uma redução de 95% no custo do componente, mantendo todas as características funcionais requeridas.
 
Acesse o link da HP com todo o estudo de caso detalhado.

Assim como existe esse caso, existem inúmeros outros, onde a aplicação de uma nova metodologia de desenvolvimento simplifica toda a cadeia produtiva. Através dessa aplicação, processos que muitas vezes eram horizontalizados com diversas dificuldades podem ser verticalizados e internalizados.
 
A SKA auxilia empresas a embarcarem no conceito da indústria 4.0, tornando seus processos mais otimizados, através de soluções líderes de mercado. Quer trazer esta inovação para sua empresa também? Fale conosco através do ska@ska.com.br, ou preencha o formulário abaixo:
 
 
 
 
 

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